domingo, 6 de agosto de 2017

Freelancer em Cartografia - Livros, Revistas, Periódicos e Paradidáticos



Luiz Henrique Almeida Gusmão
* Geógrafo e Licenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA)
* Editor chefe, Proprietário e Cartógrafo - Blog Geografia e Cartografia Digital
* Foi Bolsista CNPq - DTI (Desenvolvimento Tecnológico Industrial) no Laboratório de Sensoriamento Remoto na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Amazônia Oriental)
* Contato: henrique.ufpa@hotmail.com
*Mapas em Geral, Cartogramas, Cursos, Projetos de Geoprocessamento, Palestras e Consultoria em Geotecnologia:  091 (98306-5306) - WhatsApp


1. Freelancer em Cartografia - Livros, Revistas, Periódicos e Paradidáticos.

Esta postagem busca exprimir a minha capacidade técnica, artística e criativa na elaboração de conteúdo cartográfico para livros, revistas, periódicos, paradidáticos, websites e catálogos. São mapas que podem ser confeccionados e incorporados em publicações editoriais de qualquer gênero. Há diversas opções de mapas que podem ser solicitados, depende basicamente da demanda requisitada. Os mapas podem ser de qualquer lugar como: Mundo, Continentes, Países, Regiões, Brasil, Estados Brasileiros, Municípios, Bairros, entre outrosAbaixo estão alguns exemplos de mapas com capacidade de incorporação em conteúdos de revistas e livros, inclusivo didáticos e paradidáticos de Geografia ou História.


Mapa 01. Estado de Paz no Oriente Médio, Cáucaso e Ásia Central (2016)
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamento proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor!


A partir do mapa acima, pode ser discutido temas como terrorismo, guerras, geopolítica, entre outros, pois reflete a instabilidade política e democrática dos países da região do Oriente Médio, do Cáucaso e da Ásia Central. O maior estágio de paz ocorre apenas no Catar e no Kuwait, por não se envolverem em conflitos ou ter uma situação política mais estável, diferentemente de países como Síria, Iraque e Iêmen, onde há grupos terroristas atuantes em seus territórios. Outros países ao redor também convivem com grande instabilidade da paz em seus territórios, como Egito, Israel, Palestina, Líbano, Turquia, Irã e Azerbaidjão.

Observa-se que o mapa não apenas localiza as regiões no mundo, mas utiliza dados do Instituto para Economia e de Paz do ano de 2016, ou seja, é um mapa temático com viés extremamente político com capacidade de ser discutido em vários meios de comunicação.

No mapa abaixo, dessa vez sobre o tema saneamento básico na parte meridional do continente africano, pode ser discutido diversos assuntos como as consequências na saúde dos habitantes pela fragilidade na oferta desse item importante na qualidade de vida.


Mapa 02. Acesso ao saneamento básico na África Austral (2015)
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamento proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor!


A partir do mapa acima, vemos claramente a precariedade do saneamento básico na maioria dos países na África Austral ou Meridional, principalmente em Madagáscar, Tanzânia, República Democrática do Congo, Lesoto, Moçambique, Zimbábue e Namíbia. Por outro lado, apenas Maurício desfruta de um saneamento básico considerado excelente, ao lado de África do Sul e Botswana com um sistema bom, variando entre 60% e 79%. Outros países estão em situação regular como Angola, Zâmbia, Suazilândia e Malauí, ou seja, nas últimas décadas tem investimento no setor, representando um avanço em relação às nações com condição extremamente precária.

Temas como: demografia, geopolítica, turismo, história, geologia, transportes e muitos outros também podem ser solicitados. O prazo para a confecção dos mesmos é a partir de 3 dias e o pagamento se dá após a conclusão do trabalho. Abaixo há outros exemplos de mapas temáticos:



Mapa 03. Localização da Praia do Farol, Chapéu Virado e Paraíso (Belém/PA)
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamento proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor



Mapa 04. Modelo Digital de Elevação da Bacia Hidrográfica do Cabaçal/MT
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamento proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor


Mapa 05. Maiores exportadores de madeira da Amazônia Legal (2015)
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamento proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor



Mapa 06. Índice de Desenvolvimento Humano - América do Sul (2014)
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamento proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor



Mapa 07. Variação percentual das taxas de óbitos nos estados brasileiros (2002-2012)
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamento proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor



Mapa 08. Percentual na produção de fumo nos estados brasileiros (2015)
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamento proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor


2. Conclusões

Há diversas opções de mapas que podem ser elaborados, dependendo da demanda por um local ou tema específico, sendo retratado nesta postagens alguns exemplos com boa qualidade da informação geográfica e produtos esteticamente atrantes. Conheça os nossos produtos com valores especiais e tenha em mãos mapas de qualidade!










quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Cartografia das Chacinas na Grande Belém



Luiz Henrique Almeida Gusmão
* Geógrafo e Licenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA)
* Editor chefe, Proprietário e Cartógrafo - Blog Geografia e Cartografia Digital
* Foi Bolsista CNPq - DTI (Desenvolvimento Tecnológico Industrial) no Laboratório de Sensoriamento Remoto na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Amazônia Oriental)
* Contato: henrique.ufpa@hotmail.com
*Mapas em Geral, Cartogramas, Cursos, Projetos de Geoprocessamento, Palestras e Consultoria em Geotecnologia:  091 (98306-5306) - WhatsApp


1. Chacinas em Belém

As chacinas acontecem quando covardemente e simultaneamente acontecem vários homicídios em um curto período de tempo, podendo ser cometido por pessoas ou organizações. Esses episódios são abomináveis e vem ocorrendo com certa frequência nos centros urbanos ou na zona rural, pois normalmente há excesso de poder e força de um lado contra o outro. Em Belém, capital do Estado do Pará, em um intervalo de 20 anos, ao menos 6 chacinas de moderada e alta proporção aconteceram. Muitos casos ainda não foram sequer investigados, o que gera uma preocupação muito grande por parte da população, principalmente aquela que reside nas periferias da cidade. Nessa postagem, o objetivo é realizar um registro das maiores chacinas que ocorreram na cidade, com o intuito de destacar onde tais tragédias mais aconteceram.


Figura 1. Ato público em São Paulo para lembrar vítimas de chacinas na Candelária
Fonte: Jornal Estadão (2013)


1.1 Chacina no Paar - Ananindeua (1995)

Em maio de 1995, ocorreu a primeira grande chacina na Região Metropolitana de Belém no bairro do Paar no município de Ananindeua, quando 2 policiais, 2 investigadores e 1 delegado foram mortos na Seccional do Paar por 5 bandidos logo após a morte de 1 traficante da área.


Mapa 01. Bairro com caso de chacina em Ananindeua (1995)
Fonte dos dados: Blog do Paar (2017)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa.

Vítimas fatais = 5


1.2 Chacina no bairro da Cabanagem (2010)

Em 2010, 4 pessoas foram mortas em uma mesma casa no bairro da Cabanagem em Belém, caracterizando como uma chacina. Segundo relatos dos moradores, o episódio ocorreu por causa de discussões entre vizinhos. Os executores receberam 112 anos de reclusão no total.


Mapa 02. Bairro com caso de chacina em Belém (2010)
Fonte dos dados: G1 Notícias (outubro de 2010)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa.

Vítimas = 4



1.3 Chacina no Distrito de Icoaraci - Belém (2011) 

Em novembro de 2011, 6 adolescentes foram assassinados em frente ao Instituto de Previdência de Belém (Ipamb) por tiros vindos de dois homens em uma moto. Cinco deles morreram no local, enquanto um faleceu durante o encaminhamento ao hospital. O principal responsável foi um Ex-Policial Militar que foi condenado a 120 anos de reclusão, que também fazia parte de um grupo de extermínio da RMB.


Mapa 03. Bairros com casos de chacina em Belém (2011)
Fonte dos dados: Jornal Diário do Pará (janeiro de 2011)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa.

Vítimas fatais = 6

1.4 Chacina de Belém em 2014

Em Novembro de 2014, 11 pessoas foram vítimas de uma massacre ocorrido em vários bairros de Belém, a maioria era jovem. O episódio ocorreu logo após logo um policial ter sido vítima de uma "emboscada" no bairro do Guamá e perder a sua vida. Segundo as testemunhas e o resgate de fichas criminais, todos não tinham "passagem pela polícia", ou seja, não possuíam nenhum crime registrado. Caso alguns tivessem, ainda assim seria um massacre e algo imperdoável, pois somente as autoridades jurídicas devem penalizar conforme os atos.


Mapa 04. Bairros com casos de chacina em Belém (2014)
Fonte dos dados: Jornal Diário do Pará (janeiro de 2014)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa.


Vítimas fatais = 11

1.5 Chacina da Grande Belém (2017)

Em janeiro de 2017, houve uma "onda de violência" na Região Metropolitana de Belém (RMB), logo após o homicídio de um policial da ROTAM (Ronda Tática Metropolitana) no bairro da Cabanagem. Muitos especulam que os homicídios caracterizados como execuções foram retaliações por causa da morte do policial. Os crimes ocorrera em vários bairros da capital, assim como em Ananindeua e Marituba. A maioria das execuções ocorreu em bairros periféricos da RMB (Mapa 4).



Mapa 05. Bairros com casos de chacina em Belém, Ananindeua e Marituba (2017)
Fonte dos dados: Jornal Diário do Pará (janeiro de 2017)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa.

Vítimas fatais = Mais de 20.



1.6 Chacina do Condor (2017)

Em maio de 2017, cerca de 4 pessoas foram assassinadas no bairro do Condor em Belém (Mapa 5). As vítimas assistiam televisão em um bar quando homens encapuzados chegaram em motocicletas e dispararam contra as pessoas. Outras 14 pessoas foram feridas no local e até o presente momento, possuíam um quadro estável.


Mapa 06. Bairro com caso de chacina em Belém (2017)
Fonte dos dados: G1 Notícias (Maio de 2017)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa.

Vítimas fatais = 4

2. Distribuição espacial das vítimas por chacina na Grande Belém


Com base na avaliação das 6 maiores chacinas que ocorreram na Grande Belém com divulgação na mídia digital com grande repercussão, foi elaborado um mapa que destaca a distribuição espacial das vítimas em chacinas por bairro. É evidente que o número de vítimas pode ser maior, porém já é válido realizar um levantamento preliminar. 


Mapa 07. Homicídios em chacinas por bairro na Grande Belém (1995-2017)
Fonte dos dados: Blog do Paar (2017) e Jornal Diário do Pará (2010, 2011, 2014 e 2017), confirmados pela SEGUP/PA (Secretaria de Segurança Pública do Pará) conforme reportagem no mesmo.
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa.

Segundo o mapa, mais de 50 pessoas já foram vítimas de chacinas entre 1995 e 2017, que tiveram grande repercussão local, predominando na cidade de Belém. Os bairros da Agulha, Terra Firme, Condor e Paar, foram aqueles que mais registraram vítimas de chacinas, em que todos fazem parte das periferias da cidades, onde grande parte de sua população é de baixa renda e reside em bairros bastante desfavoráveis no que se refere a infraestrutura urbana.

Os bairros do Guamá, Cabanagem, Benguí, Parque Verde, Jurunas, Castanheira, Guanabara, Una e Curuçambá são aqueles que tiveram entre 2 e 4 vítimas de chacinas. São bairros da periferia, onde a população ganha em média entre 1 e 3 salários mínimos (IBGE, 2010). 

No centro de Belém, apenas o bairro da Campina já registrou 1 vítima por chacina, revelando que a maioria das chacinas ocorrem na periferia da cidade. Em Ananindeua, somente o Cj. Cidade Nova 5 registrou uma ocorrência, diferente do centro de Marituba e das demais cidades da Grande Belém com nenhum caso (Mapa 08).


Mapa 08. Áreas com maiores vítimas de chacina em Belém e Ananindeua (1995-2017)
Fonte dos dados: Compilação e Processamento do Blog do Paar (2017) e do Jornal Diário do Pará (2010, 2011, 2014 e 2017)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa.

Conforme o mapa, é visível que há 4 zonas que mais ocorreram vítimas por chacina na cidade de Belém e Ananindeua. Em Belém, a zona 1 corresponde aos bairros do Jurunas, Condor, Guamá e Terra Firme, com registro de mais de 10 vítimas. A zona 2 corresponde aos bairros do Benguí, Parque Verde, Cabanagem e Una, com registro maior que 10 vítimas. A zona 3 corresponde ao bairro da Agulha (Icoaraci) que registrou uma chacina em 2010, quando 6 jovens foram assassinados. Por último, a zona 4 em Ananindeua corresponde aos bairros do Paar, Icuí e Curuçambá, com registro próximo a 10. 


3. CONCLUSÃO

As chacinas são retaliações criminosas realizadas por grupos que impõe força e medo na sociedade, causando grande número de homicídios em curto espaço de tempo, em que os criminosos devem ser julgados e condenados conforme a Justiça. Na região metropolitana de Belém, as chacinas ocorrem principalmente na periferia, com destaque para os bairros do Sul e Centro-Oeste de Belém, assim como o norte do município de Ananindeua.


4. REFERÊNCIAS


Blog do Paar. A Chacina do Paar. Disponível http://bairrodopaar.blogspot.com.br/2014/05/a-chacina-do-paar.html


Diário do Pará. Disponível em http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2012/10/justica-condena-acusados-de-participacao-em-chacina-em-belem.html, 2012.

Diário do Pará. Disponível em http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-391387-em-2-dias-24-pessoas-sao-mortas-na-grande-belem.html, 2017.

Diário do Pará. Disponível em http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2014/10/ex-pm-e-condenado-120-anos-de-prisao-por-chacina-de-icoaraci.html, 2014.

Diário do Pará. Chacina em Belém é marcada por impunidade. Disponível em http://m.diarioonline.com.br/noticias/policia/noticia-364384-%E2%80%9Cchacina-de-belem%E2%80%9D-e-marcada-pela-impunidade.html, 2016.

Estadão, Jornal. Disponível em http://politica.estadao.com.br/blogs/roldao-arruda/contra-chacinas-anistia-internacional-pede-mudanca-na-pm/, 2013.

G1. Governo confirma cinco mortos em chacina em Belém no bairro do Condor, Belém. Disponível http://g1.globo.com/pa/para/noticia/segup-confirma-cinco-mortos-em-chacina-no-bairro-da-condor-em-belem.ghtml, 2017.





domingo, 16 de julho de 2017

Anais do XVIII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto




Luiz Henrique Almeida Gusmão
* Geógrafo e Licenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA)
* Editor chefe, Proprietário e Cartógrafo - Blog Geografia e Cartografia Digital
* Foi Bolsista CNPq - DTI (Desenvolvimento Tecnológico Industrial) no Laboratório de Sensoriamento Remoto na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Amazônia Oriental)
* Contato: henrique.ufpa@hotmail.com
*Mapas em Geral, Cartogramas, Cursos, Projetos de Geoprocessamento, Palestras e Consultoria em Geotecnologia:  091 (98306-5306) - WhatsApp



1. Anais do XVIII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto


Olá leitores, hoje compartilho o link que dá acesso aos Anais dos artigos científicos do XVIII Simpósio de Sensoriamento Remoto que aconteceu no mês de maio em Santos/SP. Foram 1.052 trabalhos sobre diversas temáticas (53) como:


Ao lado está o link https://proceedings.galoa.com.br/sbsr. Você pode realizar o download dos artigos, inspirar-se e quem sabe publicar no próximo simpósio que acontecerá em 2019. Entre os vários artigos publicados, eu (Luiz Henrique) consegui enviar 3 e todos foram aprovados. Segue o link para ter acesso. https://proceedings.galoa.com.br/sbsr/autores/luiz-henrique-almeida-gusmao.

O primeiro artigo em que fui o autor principal e os pesquisadores da Embrapa Amazônia Oriental (Dr. Orlando dos Santos Watrin e Dr. Moisés Mourão Jr) foram co-autores intitula-se: "Dinâmica da Agricultura Anual no polo de Santarém, oeste do Estado do Pará, no período de 2004/2014. https://proceedings.galoa.com.br/sbsr/trabalhos/dinamica-da-agricultura-anual-no-polo-de-santarem-oeste-do-estado-do-para-no-periodo-de-20042014.  

Os demais artigos fui co-autor. O segundo é sobre a "Dinâmica do uso e ocupação da terra das áreas desflorestadas no município de Novo Progresso, Pará. https://proceedings.galoa.com.br/sbsr/trabalhos/dinamica-do-uso-e-ocupacao-da-terra-das-areas-desflorestadas-no-municipio-de-novo-progresso-pa. O terceiro e último artigo é sobre o "Estudo dos focos de calor no município de Parauapebas (PA) entre 2005 a 2015". https://proceedings.galoa.com.br/sbsr/trabalhos/estudo-dos-focos-de-calor-no-municipio-de-parauapebas-pa-no-periodo-de-2005-a-2015.














domingo, 2 de julho de 2017

Mapeamento de áreas de preservação permanente no ArcGis (Livro)



Luiz Henrique Almeida Gusmão
* Geógrafo e Licenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA)
* Editor chefe, Proprietário e Cartógrafo - Blog Geografia e Cartografia Digital de Belém
* Foi Bolsista CNPq - DTI (Desenvolvimento Tecnológico Industrial) no Laboratório de Sensoriamento Remoto na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Amazônia Oriental)
* Contato: henrique.ufpa@hotmail.com
*Mapas em Geral, Cartogramas, Cursos, Projetos de Geoprocessamento, Palestras e Consultoria em Geotecnologia:  091 (98306-5306) - WhatsApp




1. Livro - Mapeamento de áreas de preservação permanente no ArcGis (Livro)


Caros, essa postagem tem o objetivo de compartilhar um livro feito por professores universitários da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) sobre como mapear áreas de preservação permanente utilizando o software ArcGis. 

Segundo os autores, a proposta do livro é ensinar, passo a passo, numa linguagem clara e interpretável, como utilizar as ferramentas do software ArcGis 9.3, para o mapeamento de Áreas de Preservação Permanente (APPs). Segue o link do site Geomática, onde o material está disponível para download. http://www.mundogeomatica.com.br/MapeamentoAPPsArcGIS93.htm


Figura 1. Capa do livro


O material oferecido pelo Mundo Geomática é uma ótima oportunidade e gratuita, de aprimorar os seus conhecimentos na área de Geotecnologia aplicado ao Meio Ambiente. Que tal compartilhar com os seus amigos universitários? É um excelente recurso para aprofundar os conhecimentos até mesmo no ArcGis, como forma de revisar alguns conteúdos ou readaptar para o QGIS, caso queira usá-lo. No site, há outros livros com diferentes aplicações, sempre na área ambiental, então confira http://www.mundogeomatica.com.br/






sábado, 1 de julho de 2017

Cartografia das Áreas Urbanas do Estado do Pará




Luiz Henrique Almeida Gusmão
* Geógrafo e Licenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA)
* Editor chefe, Proprietário e Cartógrafo - Blog Geografia e Cartografia Digital
* Foi Bolsista CNPq - DTI (Desenvolvimento Tecnológico Industrial) no Laboratório de Sensoriamento Remoto na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Amazônia Oriental)
* Contato: henrique.ufpa@hotmail.com
*Mapas em Geral, Cartogramas, Cursos, Projetos de Geoprocessamento, Palestras e Consultoria em Geotecnologia:  091 (98306-5306) - WhatsApp



1. Áreas Urbanas mapeadas pela Embrapa - Campinas/SP

Atualmente, as cidades representam a forma de ocupação do território que concentra a moradia da maior parte da população humana em quase todos os países, responsáveis por reunir um conjunto significativo de serviços públicos e privados, de produção industrial e trocas comerciais, de intenso intercâmbio cultural, de aglomeração de pessoas e de capital (EMBRAPA, 2017). Recentemente, houve um esforço de pesquisadores e analistas da Embrapa com sede em Campinas/SP na localização, atualização, delimitação e quantificação das áreas urbanas do Brasil, sendo publicado na série documentos da instituição e em seguida compartilhado para a sociedade em geral. 

Conforme a Embrapa (2017), para a identificação e o mapeamento das áreas urbanas do país, foi utilizado a base de setores censitários do IBGE de 2010, em que tal base foi integrada a um SIG conjuntamente com imagens de satélites recentes e de alta resolução espacial disponibilizados por meio do map service World Imagery na plataforma ArcGis 10.3


Figura 1. Área Urbana
Fonte: geoensino



2. Cartografia das Áreas Urbanas do Estado do Pará em 2015

Conforme os dados da Embrapa (2017), a área urbana do Estado do Pará é de 1.612,8 Km² distribuídos pelos 144 municípios. Dos 1.247.954,6 Km² do Estado, apenas 0,13% é ocupado por áreas urbanas em 2015 (EMBRAPA, 2017) com uma população de 5.191.559 (IBGE, 2010), demonstrando que uma parte considerável do seu território é formado por florestas e rios. Dessa maneira, podemos afirmar que 99,87% do Pará é caracterizado como rural, onde vivem 2.389.492 de pessoas (IBGE, 2010). Dentre as maiores áreas urbanas, destacam-se aos dos municípios: Belém, Marabá, Santarém, Ananindeua, Parauapebas, Castanhal, Barcarena, Altamira, Redenção e Marituba (Mapa 1):

Mapa 01. Áreas Urbanas do Estado do Pará (2015) 
Fonte dos dados: Embrapa (2017)
Fonte do mapa: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do mapa.
(CLIQUE PARA AMPLIAR)

Segundo o mapa acima, as maiores áreas urbanas do Estado do Pará estão relativamente dispersas pelo território, porém há uma aglomeração no entorno de Belém, correspondendo a sua região metropolitana com 2,4 milhões de habitantes (IBGE, estimativa de 2015) e uma área urbana de 407 Km². Os 10 municípios com as maiores áreas urbanas possuem 45,2% do total do Pará (Tabela 1) e os 134 municípios detêm 54,8%.


Tabela 1. As 10 maiores áreas urbanas do Estado do Pará (2015)
Fonte: Embrapa (2017)

Mediante os arquivos geoespaciais elaborados pela Embrapa (2017), nós realizamos o zoom em algumas regiões do Pará para enfatizar as áreas urbanas. O segundo mapa abaixo enfatiza as áreas urbanas no entorno da capital, em que é evidente a maior aglomeração das mesmas, destacando-se por exemplo as cidades de Barcarena, Abaetetuba, Salvaterra, Soure, Capanema, Bragança, Salinópolis, Cametá e Paragominas (Mapa 2)


Mapa 02. Áreas urbanas no entorno de Belém (2015)
Fonte dos dados: Embrapa (2017)
Fonte do mapa: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do mapa.
(CLIQUE PARA AMPLIAR)


No terceiro mapa, foram destacadas as principais cidades ao longo do Rio Amazonas e parte do Rio Tapajós. A ênfase do mapa abaixo centrou-se no entorno da cidade de Santarém (Mesorregião do Baixo Amazonas), onde podemos visualizar as cidades de Belterra, Mojuí dos Campos, Monte Alegre, Óbidos, Oriximiná, Juruti e outras.



Mapa 03. Áreas urbanas no entorno de Santarém (2015)
Fonte dos dados: Embrapa (2017)
Fonte do mapa: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do mapa.
(CLIQUE PARA AMPLIAR)

No quarto mapa, foram destacadas as áreas urbanas no entorno das cidades de Marabá, Parauapebas e Redenção, no Sudeste Paraense. Entre as cidades dessa região, merecem destaque as cidades de Canaã dos Carajás, São Domingos do Araguaia, Xinguara e Conceição do Araguaia (Mapa 3), a última já no limite com o Estado do Tocantins.



Mapa 04. Áreas urbanas no entorno de Marabá, Parauapebas e Redenção (2015)
Fonte dos dados: Embrapa (2017)
Fonte do mapa: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do mapa.
(CLIQUE PARA AMPLIAR)



3. CONCLUSÕES

A área urbana do Estado do Pará ocupa menos de 1% do seu território e as principais aglomerações estão no entorno de Belém, enquanto as demais estão dispersas no território. O trabalho realizado pela Embrapa de Campinas/SP mostra a relevância do mapeamento das áreas urbanas do país inteiro, onde é possível ter acesso aos arquivos vetoriais e dados estatísticas sobre as mesmas.


4. REFERÊNCIAS


FARIAS, A. R.; MINGOT, R.; SPADOTTO, C. A.; LOVISI FILHO, E. Identificação, mapeamento e quantificação das áreas urbanas do Brasil. Campinas: Embrapa Gestão Territorial, 2017. 5 p. (Embrapa Gestão Territorial. Comunicado Técnico, 05). Acesso em 27/06/2017. Disponível em https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/24117999/estudo-da-embrapa-gestao-territorial-mapeia-areas-urbanas-no-brasil


IBGE. Base de Informações do Censo Demográfico 2010: resultados do Universo por setor censitário. Rio de Janeiro: MPOG, 2011.