segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Mapas dos bairros de Belém - Serviço



Luiz Henrique Almeida Gusmão
* Geógrafo e Licenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA)
* Editor chefe e proprietário do Blog Geografia e Cartografia Digital de Belém
* Colaborador em Geoprocessamento e Cartografia no Laboratório de Sensoriamento Remoto na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL)
* Instrutor dos softwares de Cartografia: ArcGis, Qgis, Philcarto, Phildigit e Google Earth Pro.
* Contatos: henrique.ufpa@hotmail.com 
Cursos, Mapas, Projetos, Cartogramas e Consultoria em Geotecnologias - (091) 98306-5306 (WhatsApp)





1. Serviço de Cartografia - Mapas dos bairros de Belém/PA


A postagem é bem curta e tem o propósito de mostrar algumas possibilidade de Mapas dos bairros da cidade de Belém/PA. São cerca de 72 possibilidades que correspondem a quantidade de bairros que a cidade tem.


O serviço refere-se a mapas MEGA DETALHADOS de qualquer bairro da cidade, EM QUALQUER TAMANHO, que podem ter dados como. 

a) Ruas
b) Avenidas
c) Travessas 
d) Passagens e/ou Vielas
e) Praças
f) Pontos Turísticos
g) Grandes Lojas


Abaixo estão alguns exemplos de mapas que já podem ser confeccionados. Todos os mapas são APENAS AMOSTRAS DE TRABALHO, não possuindo o NOME DE TODAS AS RUAS, mas que PODEM SER INCLUÍDO NO (S) MAPA (S).

Mapa Viário do bairro da Cremação - Belém/PA
*AMOSTRA DE TRABALHO - TRABALHO PARCIAL
 Consultar o valor

Mapa Viário do bairro da Cabanagem - Belém/PA
*AMOSTRA DE TRABALHO - TRABALHO PARCIAL
Consultar o valor

Mapa Viário do bairro do Umarizal - Belém/PA
*AMOSTRA DE TRABALHO - TRABALHO PARCIAL
Consultar o valor


Mapa Viário do bairro da Pedreira - Belém/PA
*AMOSTRA DE TRABALHO - TRABALHO PARCIAL
Consultar o valor

Mapa Viário do bairro da Terra Firme - Belém/PA
*AMOSTRA DE TRABALHO - TRABALHO PARCIAL
Consultar o valor


Mapa Viário do bairro do Jurunas - Belém/PA
*AMOSTRA DE TRABALHO - TRABALHO PARCIAL
Consultar o valor


Outra possibilidade é a ENCOMENDA DE MAPAS DOS BAIRROS de 4 cidades do Estado do Pará: Belém, Ananindeua, Marituba e Benevides. Em breve estará disponível CASTANHAL.

















sábado, 20 de agosto de 2016

Cartografia da Escravidão no Brasil





Luiz Henrique Almeida Gusmão
* Geógrafo e Licenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA)
* Editor chefe e proprietário do Blog Geografia e Cartografia Digital de Belém
* Colaborador em Geoprocessamento e Cartografia no Laboratório de Sensoriamento Remoto na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL)
* Instrutor dos softwares de Cartografia: ArcGis, Qgis, Philcarto, Phildigit e Google Earth Pro.
* Contatos: henrique.ufpa@hotmail.com 
Cursos, Mapas, Projetos, Cartogramas e Consultoria em Geotecnologias - (091) 98306-5306 (WhatsApp)



1. Escravidão no Brasil no século XXI

Oficialmente, a abolição da escravatura no Brasil ocorreu em 13 de maio de 1888, mas em pleno século XXI ainda é recorrente diversas operações realizadas pelo Ministério do Trabalho e Polícia Federal no combate ao trabalho análogo a escravidão em fazendas, carvoarias, indústrias têxteis, companhias siderúrgicas, mineradoras, madeireiras, empresas de café, celulose, estanho e outras. Conforme o aparato legal brasileiro, definida na Lei n°10.803 de 2003, a conceituação do trabalho escravo é:

"Reduzir alguém a condição análoga à de um escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção por razão de dívida contraída com o empregado ou preposto"

Segundo dados do Ministério do Trabalho, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, entre 1995 a 2015, cerca de 49.816 pessoas foram libertadas da condição análoga a de um escravo no país por meio de operações principalmente em propriedades remotas no interior do país (Figura 1 e 2): 

Figura 1. Operação da Polícia Federal no combate ao trabalho análogo a escravidão no Estado do Maranhão

Figura 2. Resgate de uma trabalhadora em condição análoga a escravidão em Goiás por agentes da Polícia Federal


A condição de vida dessas pessoas é desumana, pois constantemente sofrem ameaças como forma de opressão pelos "empregadores" que buscam extrair o máximo de lucro das mercadorias vendidas através da exploração humana. Muitas dessas pessoas trabalham mais de 12 horas por dia; não possuem água potável para consumir; manuseiam equipamentos elétricos sem treinamento técnico (serras elétricas e outros objetos); possuem dívidas impagáveis feitas quando são transportadas para os locais de trabalho e principalmente quando adquirem alimentos necessários a sua sobrevivência na propriedade, entre outras circunstâncias que violam os direitos humanos.

Conforme a entidade internacional Anti-Escravidão (Anti-Slavery), o trabalho escravo na contemporaneidade é caracterizado quando a pessoa é: 

1. Forçada a trabalhar por meio de opressão física e/ou psicológica 
2. Desumanizada, tratada como mercadoria a ser comprada ou vendida 
3. Fisicamente coagida ou submetida a restrições do seu direito de ir e vir
4. Controlada por um "empregador" através de abuso psicológico, tortura ou endividamento impagável.

O cerceamento da liberdade é um dos principais fatores que caracterizam a existência do trabalho escravo, conjuntamente com situações de ameaças pelos "proprietários". No Brasil, a libertação dessas pessoas está ocorrendo aos poucos, sendo notável uma concentração em 7 unidades da federação: Pará, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, Maranhão, Bahia, Tocantins e Rio de Janeiro com 40.737 libertações (81,8%) do total do país conforme o mapa 1 abaixo:


Mapa 1. Quantidade de Libertações de Trabalhadores Escravos no Brasil (1995-2015)
Fonte dos dados: Ministério do Trabalho (1995-2015); Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão
*O mapa é uma amostra de trabalho. Entre em contato e verifique o valor deste mapa


Conforme o mapa, as maiores libertações de trabalhadores em situação análoga a escravidão ocorreram na parte central do Brasil, no sentido Rio de Janeiro-Pará e Mato Grosso do Sul-Bahia, com destaque para o Estado do Pará (12.799), Mato Grosso (5.997) e Minas Gerais (4.543). Essas pessoas são libertas principalmente em fazendas e carvoarias, áreas longínquas dos centros urbanos, e logo em seguida, o proprietário é obrigado a pagar todos os direitos trabalhistas e deve responder pelos crimes cometidos. 


Segundo THERY, H. et. al (2009), cerca de 19 microrregiões brasileiras foram responsáveis pelas maiores libertações de pessoas em situação de escravidão em 2009, destacando-se aquelas situadas no Pará (Paragominas, Marabá, Parauapebas, Redenção, São Félix do Xingu, Altamira e Conceição do Araguaia), no Mato Grosso (Parecis, Tesouro, Primavera do Leste e Jauru) e em Goiás (Vale do Rio dos Bois e Anicuns). Destacaram-se também: Colorado do Oeste (RO), Barreiras (BA), Bico do Papagaio (TO) e Chapada dos Mangabeiras (MA), como pode ser visualizado no mapa abaixo:




Mapa 2. Brasil - Microrregiões com as maiores libertações de escravos em 2009
Fonte dos dados: THERY, H (2009). Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão
*O mapa é uma amostra de trabalho. Entre em contato e verifique o valor deste mapa


Em 20 anos, cerca de 1/4 das libertações no Brasil ocorreram no Pará (25,7% do total), que continua sendo o foco das fiscalizações, seguido por Mato Grosso (12%), Minas Gerais (9,1%), Goiás (7,8%) e Maranhão (6,5%), conforme a figura 1:


Figura 1. Quantidade de Trabalhadores Libertos por Unidade da Federação entre 1995-2015 no Brasil
Fonte: Ministério do Trabalho; Organização: Luiz Henrique Almeida Gusmão


É importante ressaltar a baixa quantidade de trabalhadores libertos na Região Nordeste, no oeste da Amazônia e na Região Sul, confirmando que nessas partes do território brasileiro, ou o emprego da mão-de-obra análoga a escravidão é incompatível com as atividades produtivas, ou a fiscalização e as denúncias contra o trabalho escravo não tem sido suficientes.


2. CONCLUSÕES

A escravidão ainda é uma realidade no Brasil, apesar da sua abolição ter acontecido há 128 anos. Algumas propriedades situadas no interior do país, distantes dos centros urbanos, usam a mão-de-obra análoga a escravidão em atividades produtivas como a produção de carvão vegetal e de carne bovina, principalmente no Sudeste do Pará, Oeste da Bahia, Leste do Mato Grosso, Centro-oeste de Goiás e em parte de Minas Gerais. É necessário que as fiscalizações sejam intensificadas nos estados que já registraram muitas denúncias de trabalho escravo. O Estado deve agir para prevenir situações como esta, através de medidas eficazes na educação, saúde e na qualificação profissional, pois muitas vezes, os trabalhadores libertos não possuíam nenhuma perspectiva de trabalho na sua terra natal, ou tinham baixa instrução, alguns sendo até analfabetos. As regiões com os mais baixos índices de desenvolvimento humano - IDH devem ser os prioritários em medidas do governo que evitem o aliciamento de trabalhadores em direção aos "cantos de obra" deploráveis e desumanos.



3. REFERÊNCIAS

Anti Slavery. Disponível em http://www.antislavery.org/english

MARTINS, J. de S. A escravidão nos dias de hoje e as ciladas da interpretação. In: VVAA (org). Trabalho escravo no Brasil contemporâneo. Goiânia/São Paulo.

THERY, H. et. al. Atlas do Trabalho Escravo no Brasil/Herve Thery. Neli Aparecida de Mello, Julio Hato, Eduardo Paulon Girardi. São Paulo: Amigos da Terra, 2008, 2009. 80p. 56 cartogramas, sete tabelas e dois gráficos. In: Disponível em http://amazonia.org.br/wp-content/uploads/2012/05/Atlas-do-Trabalho-Escravo. pdf
























quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Freelancer em Cartografia e Geoprocessamento



Luiz Henrique Almeida Gusmão
* Geógrafo e Licenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA)
* Editor chefe e proprietário do Blog Geografia e Cartografia Digital de Belém
* Colaborador em Geoprocessamento e Cartografia no Laboratório de Sensoriamento Remoto na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL)
* Instrutor dos softwares de Cartografia: ArcGis, Qgis, Philcarto, Phildigit e Google Earth Pro.
* Contatos: henrique.ufpa@hotmail.com 
Cursos, Mapas, Projetos, Cartogramas e Consultoria em Geotecnologias - (091) 98306-5306 (WhatsApp)



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# Mapas Acadêmicos? (Artigo científico, TCC, Monografia, Dissertação, Tese ou Workshops?). Exemplos de mapas abaixo que podem ser encomendados.

# Mapas Empresariais? (Mapas para área comercial, planejamento estratégico, saúde pública, monitoramento ambiental, etc?)


Mapa 01. Comunidade Cubatão no bairro do Cruzeiro em Belém/PA


Mapa 02. Maiores exportadores de madeira da Amazônia Legal - 2015


Mapa 03. Principais cidades da Argentina


Mapa 04. Ocorrências de acidentes de trânsito na BR-316 na área metropolitana de Belém em 2010


Mapa 05. Índice de desenvolvimento humano municipal da Região Metropolitana de Belém - 2010


Mapa 06. Localização de escolas particulares no bairro de Nazaré em Belém/PA


Mapa 07. Principais Destinos das Exportações do Estado do Pará (2015)


Mapa 08. Índice de Desenvolvimento Humano - América do Sul (2014)


Mapa 09. Mapa de Localização da Praia do Farol, Chapéu Virado e Paraíso em Belém/PA


Mapa 10. Percentual na produção de fumo nos estados brasileiros (2015)


Mapa 11. Modelo Digital de Elevação da Bacia Hidrográfica do Cabaçal - Mato Grosso


Mapa 12. Os municípios com as maiores taxas de homicídio por arma de fogo no Estado do Pará - 2014



#Propagandas e opções na área de Geoprocessamento e Cartografia