sábado, 20 de maio de 2017

Mapas de Localização/Acadêmicos (Serviço)



Luiz Henrique Almeida Gusmão
* Geógrafo e Licenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA)
* Editor chefe, Proprietário e Cartógrafo - Blog Geografia e Cartografia Digital de Belém
* Foi Bolsista CNPq - DTI (Desenvolvimento Tecnológico Industrial) no Laboratório de Sensoriamento Remoto na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Amazônia Oriental)
* Contato: henrique.ufpa@hotmail.com
*Mapas em Geral, Cartogramas, Cursos, Projetos de Geoprocessamento, Palestras e Consultoria em Geotecnologia:  091 (98306-5306) - WhatsApp




1. Mapas de Localização (Maps of localization - Service)


O serviço de "Mapas de Localização" é voltado para aqueles que procuram espacializar em suas pesquisas científicas a sua área de estudo, como forma de facilitar a compreensão geográfica dos leitores, da banca que irá julgá-lo e/ou do público-alvo em geral. Tal tipo de serviço é indicado para: Artigos científicos; TCC; Dissertações de Mestrado; Teses de Doutorado; Palestras; Workshops e Pesquisas científicas com cunho espacial.

O objetivo desse tipo de mapa é localizar a sua área de estudo, entre outras funções conforme o detalhamento da sua pesquisa. As opções ou temas para os mapas de localização dependem do solicitante, podendo ser:

Figura 1. Opções de mapas de localização
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)


2. Exemplos de Mapas de Localização
2.1 Localização de Xangrí-la (RS)

O mapa abaixo mostra um exemplo de localização, que nesse caso é do município de Xangri-la no Estado do Rio Grande do Sul. 


Mapa 01. Localização do município de Xangrí-la, Rio Grande do Sul (2017)
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*Amostra de Trabalho. Entrar em contato para retirada da marca d' água

No mapa, as informações destacadas são: localização no Rio Grande do Sul e no Brasil; os municípios limítrofes à Xangri-la; as lagoas nas proximidades ao município; o oceano atlântico e demais corpos d' água. A partir do mapa, fica mais fácil de compreender o local da área de pesquisa e os possíveis aspectos espaciais que interferem na problemática.


2.2 Localização da Comunidade Cubatão em Belém/PA

O mapa abaixo, dessa vez com uso de imagem de satélite, destaca a localização da comunidade Cubatão no bairro do Cruzeiro em Belém/PA.



Mapa 02. Localização da Comunidade Cubatão em Belém/PA
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*Amostra de Trabalho. Entrar em contato para retirada da marca d' água


No mapa, além da localização da comunidade no bairro do Cruzeiro em Belém/PA, outras informações são destacadas como: áreas verdes, hidrografia, arruamento e os tipos de domicilio. A partir do mapa é possível fazer várias indagações a respeito de como vivem as pessoas na comunidade por causa da influência de um córrego nos limites da mesma por exemplo. Alguns mapas como esse vão além do foco localização, contribuindo para a compreensão de problemas socioeconômicos que possam estar ocorrendo na área.


2.3 Localização de duas escolas particulares no bairro de Nazaré em Belém/PA


O mapa abaixo representa a localização de duas escolares particulares no bairro de Nazaré em Belém/PA. Para esse foi usado o recurso da imagem de satélite como forma de evidenciar a forte verticalização do bairro e a presença de áreas verdes nos arredores das instituições de ensino.



Mapa 02. Localização de duas escolares particulares no bairro de Nazaré em Belém/PA
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*Amostra de Trabalho. Entrar em contato para retirada da marca d' água


A partir do mapa é possível extrair que a área onde estão as escolares particulares é bastante verticalizada, em que grande parte dos seus habitantes possuem alto poder aquisitivo. Demais informações que podem ser extraídas dependem do tema de pesquisa dos solicitantes que devem estar em consonância com o mapa.



3. DEMAIS SERVIÇOS DE CARTOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO 






quinta-feira, 11 de maio de 2017

Distribuição espacial dos brancos no Brasil por Anamorfoses



Luiz Henrique Almeida Gusmão
* Geógrafo e Licenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA)
* Editor chefe, Proprietário e Cartógrafo - Blog Geografia e Cartografia Digital de Belém
* Foi Bolsista CNPq - DTI (Desenvolvimento Tecnológico Industrial) no Laboratório de Sensoriamento Remoto na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Amazônia Oriental)
* Contato: henrique.ufpa@hotmail.com
*Mapas em Geral, Cartogramas, Cursos, Projetos de Geoprocessamento, Palestras e Consultoria em Geotecnologia:  091 (98306-5306) - WhatsApp



1. Anamorfose, o que é?

Anamorfose vem do grego anamórphosis – transformação – imagem disforme. Em francês, “anamorphose” [anamorfose]; em inglês: Cartogram [cartograma], ”variable scale maps” [mapas com escala varáveis] ou “value-by-area” cartograms [cartogramas de valores de áreas] e em alemão: “verzerrte Karte” [carta distorcida, disforme] (Tobler, 2004:59-60 apud DUTENKEFER, E). Na Cartografia, o termo Anamorfose refere-se a documentos que representam uma base com viés geográfico (continentes, países, estados, municípios, etc) de maneira distorcida, de forma a realçar um tema específico. O objetivo principal dessas representações cartográficas é destacar da forma mais direta possível a extensão de um fenômeno que ocorre no espaço geográfico. 

As anamorfoses são formas de representação cartográficas peculiares, pois o processo de elaboração requer bastante técnica, dados confiáveis, base cartográfica oficial, tratamento cartográfico adequado, legenda compatível com a proporcionalidade da base e um layout exíminio, com o intuito de facilitar a compreensão dos "leitores" e "expectadores" das figuras.

Na verdade, as anamorfoses não são mapas propriamente ditos, pois carecem de informações importantes para a compreensão real da superfície terretre. Por outro lado, o uso desses recursos são de extrema importância, principalmente em apresentações acadêmicas, palestras de modo geral e até em textos jornalísticos, pois facilitam a comunicação geográfica. O uso desses recursos deve ser utilizado excluvisamente com dados quantitativos (Figura 1), sejam estes brutos ou relativos, já que o intuito principal é expressar a noção de proporcionalidade.


Figura 1. PIB das microrregiões do Brasil em 2002 por anamorfose
Fonte: Adaptado de THERY, H (2006)
Fonte dos dados: IBGE (2002)


2. A distribuição dos brancos por anamorfose

O Brasil é um país sul-americano diverso com 207.437.503 habitantes (IBGE, 2017), dividindo-se em 27 unidades que constituem a federação. Conforme o IBGE (2010), 47,67% da população se autoclararam como brancos; 42,98% como pardos, 7,83% como negros; 1,11% como amarelos e 0,41% como indígenas.

De posse dos dados do IBGE de 2010, foram elaborados anamorfoses para expressar a distribuição dos brancos por região e estado. Os dados correspondem aqueles que se autodeclararam brancos nas pesquisas.

Na avaliação das regiões brasileiras, a região "mais branca" do Brasil é a Sul com 78,4% (Figura 2), seguido pelo Sudeste com 55,16% e Centro-Oeste com 41,8%. Entre as "menos branca", destacam-se Nordeste (29,4%) e Norte (23,4%). 


Figura 2. Percentual da população branca nas regiões brasileiras em 2010 por anamorfose
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
Fonte dos dados: IBGE (2010)
*A anamorfose é uma amostra de trabalho. O seu uso se dá mediante pagamento para retirada da marca d' água.


Conforme a anamorfose acima, apesar da Região Sudeste ter o maior número de pessoas autodeclaradas brancas, a região Sul tem a maior proporção de pessoas brancas na população. Uma das explicações que justicam tal índice é a forte migração preferencial de europeus para a região mais meridional do Brasil no século XX, principalmente alemães, poloneses, italianos, entre outros, o que contribuiu para aumentar gradativamente a população com cor de pele predominante branca. Tal migração também ocorreu no Sudeste, mas com menor intensidade.


No Brasil, cerca de 91 milhões de brasileiros se autodeclarou como branco. A maior quantidade absoluta de brancos está no Estado de São Paulo (26,3 milhões), seguido pelo Rio Grande do Sul (8,9 milhões), Minas Gerais (8,8 milhões), Rio de Janeiro (7,5 milhões), Paraná (7,3 milhões) e Santa Catarina (5,2 milhões). Em relação a população relativa em cada unidade da federação, os brancos são predominantes nos estados do Sul e Sudeste do país (Figura 3). O Estado de Santa Catarina é o "mais branco" de todos com índice igual a 83,9%, seguido pelo Rio Grande do Sul (83,2%), Paraná (70%), São Paulo (63,7%) e Rio de Janeiro (47,3%).



Figura 3. Percentual da população branca nos estados brasileiros em 2010 por anamorfose
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
Fonte dos dados: IBGE (2010)
*A anamorfose é uma amostra de trabalho. O seu uso se dá mediante pagamento para retirada da marca d' água.

A anamorfose acima expressa um forte contraste da população branca nos estados brasileiros, sendo a composição mais baixa na região Norte e no Estado da Bahia, seguido por demais estados da região Nordeste. Entre os estados "menos branco", Roraima possui o menor índice do país com 20,9%, seguido do Amazonas (21%), Pará (21,5%), Bahia (21,9%) e Maranhão (21,9%), onde prevalece uma população que se autodeclarou parda ou negra.



3. CONCLUSÕES

As anamorfoses são excelentes recursos cartográficos para expressar a proporcionalidade de determinado tema, que nesse caso evidenciou a distribuição espacial da população que se declarou como branca por estado e região. As figuras cartográficas destacaram a forte composição étnica branca nos estados das regiões Sul e Sudeste em contraposição aos estados das regiões Norte e Nordeste, onde a população é predominantemente parda e negra.


4. REFERÊNCIAS


DUTENKEFER, E. Anamorfose como mapa: história, aplicativos e aplicações. 2010. Disponível em https://3siahc.files.wordpress.com/2010/04/eduardodutenkeferartigosimposio.pdf. Acesso em 06/05/2017.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em http://www2.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/listabl.asp?z=cd&o=6&i=P&c=3145, 2010.

THERY, H. Orientação metodológica para construção e leitura de mapas temáticos. Revista Confins. Disponível https://confins.revues.org/3483. Acesso em 08/05/2017.








terça-feira, 2 de maio de 2017

Cartografia das cidades mais violentas por arma de fogo no Pará



Luiz Henrique Almeida Gusmão
* Geógrafo e Licenciado pela Universidade Federal do Pará (UFPA)
* Editor chefe, Proprietário e Cartógrafo - Blog Geografia e Cartografia Digital
* Foi Bolsista CNPq - DTI (Desenvolvimento Tecnológico Industrial) no Laboratório de Sensoriamento Remoto na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Amazônia Oriental)
* Contato: henrique.ufpa@hotmail.com

*Mapas em Geral, Cartogramas, Cursos, Projetos de Geoprocessamento, Palestras e Consultoria em Geotecnologia:  091 (98306-5306) - WhatsApp


1. Homicídios no Pará por arma de fogo

As crescentes taxas de homicídios através de armas de fogo no Brasil colocam a população exposta a constantes riscos à saúde, o que torna esse tema um dos prioritários na adoção de políticas públicas.  As lesões por Projétil de Arma de Fogo são as principais causas do aumento nas mortes por homicídio no Brasil (TRINDADE, et. al, 2015).

Em 2014, o Estado do Pará, localizado no Norte do Brasil (Mapa 1), foi o 9° em homicídios por arma de fogo com índice de 28,5 mortes por 100.000 habitantes, acima da média brasileira de 21,2, e, portanto, sendo o mais violento da Amazônia e da Região Norte.


Mapa 01. Localização do Estado do Pará no Brasil
*É proibido usar sem a autorização prévia do autor. Entrar em contato para adaptar a figura ou mapa para trabalho acadêmico.


Os estados brasileiros que se destacam com as maiores taxas de homicídio por arma de fogo são: Alagoas, Ceará, Sergipe, Rio Grande do Norte e Espírito Santo (Gráfico 1). A maioria está na Região Nordeste e todos na costa atlântica.



Gráfico 1. Taxas de homicídio por arma de fogo (por 100 mil nas unidades da federação do Brasil, 2014.
Fonte: Mapa da Violência (2016)


Nos últimos 14 anos (2004-2014), o Estado do Pará teve uma variação de 96,9% nas mortes por arma de fogo, colocando-o em 10° lugar, muito acima de média brasileira de 11,1%. Entre os estados, o Rio Grande do Norte teve a maior variação percentual e consequentemente onde os homicídios por arma de fogo mais cresceu, seguido pelo Maranhão, Ceará, Piauí e Amazonas.


Gráfico 2. Variação percentual das taxas de homicídio por armas de fogo nas unidades da federação do Brasil entre 2004-2014.

Fonte: Mapa da Violência (2016)

2. Análise da distribuição espacial dos municípios mais violentos por arma de fogo no Pará 


A violência no Brasil é particularmente ligada ao crime organizado (Penna, N; Ferreira, I, 2005), que muitas vezes, ocasiona ocorrências de homicídio, principalmente nas periferias urbanas no caso dos grandes centros urbanos, ou em lugares onde os órgãos coercitivos são pouco atuantes, como áreas de fronteira agrícola. No Pará, conforme os dados do MAPA DA VIOLÊNCIA (2016), os municípios com as maiores taxas de homicídio por arma de fogo estão destacados no mapa abaixo:

Mapa 2. Os municípios com as maiores taxas de homicídio por arma de fogo no Estado do Pará (2014) 
CLIQUE PARA AUMENTAR
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É proibido usar sem a autorização prévia do autor. Entrar em contato para adaptar a figura ou mapa para trabalho acadêmico.


Na análise do mapa temático, observa-se que os municípios com as maiores taxas de homicídio por arma de fogo no Pará estão aglutinados em regiões diferentes do Estado, onde o foco de violência por arma de fogo é maior nos arredores de Belém, pois dois municípios da Região Metropolitana (Ananindeua em 1° e Marituba em 2°) têm os maiores índices. Na lista, Marabá é o 3°, seguido por Moju (4°), Novo Progresso (5°), Tailândia (6°), Altamira (7°), Igarapé-Miri (8°), Parauapebas (9°) e Nova Ipixuna (10°).


As mortes por arma de fogo em Ananindeua e Marituba estão intimamente atreladas aos problemas de uso e consumo de droga, seguida por ocorrências de latrocínio, principalmente nas periferias dessas cidades. Em Ananindeua, a situação é a pior do Pará, com quase 91 vítimas para cada 100 mil habitantes, enquanto Marituba também possui um índice alarmante de 58,9 mortes/mil hab. (MAPA DA VIOLÊNCIA, 2016). Conforme os dados do Mapa da Violência (2016), no ano de 2014, houve 401 vítimas em Ananindeua e 73 em Marituba.

No Nordeste Paraense, o município mais violento no que se refere a homicídio por arma de fogo é Moju (4°), seguido por Tailândia (6°) e Igarapé-Miri (8°). Nessas cidades que já possuem centros urbanos relativamente dinâmicos, as principais causas de homicídio também estão relacionadas a questão do tráfico e consumo de drogas, assim como em menor frequência aqueles relacionados aos conflitos agrários e trabalho escravo, principalmente em Tailândia, que já este foi um grande produtor de madeira da Amazônia.

No Sudeste Paraense, Marabá segue como o mais violento e o terceiro do Pará, seguido por Parauapebas (9°) e Nova Ipixuna (10°). Nessa parte do Estado, as causas estão mais vinculadas aos conflitos agrários por posse de terra, já que esses municípios possuem grandes rebanhos bovinos e consequentemente surgem diversas irregularidades pelas condições de trabalho análogas à escravidão. Disputas por terras são comuns nessa região, onde é forte à atuação do MST e de outros movimentos pró-terra. Apesar da força agropecuária na região, particularmente em Marabá, cidade com mais de 250 mil habitantes, há problemas ligados ao tráfico de drogas e violência urbana, que contribuem aumentar ainda mais o número de homicídios.

No Sudoeste do Pará, o município de Novo Progresso é o quinto mais violento e Altamira é o 7°. Nessa parte do Estado, problemas fundiários também são comuns, principalmente ao longo das rodovias (BR-163 e BR-202), onde os conflitos por posse de terra são as principais razões de tantos homicídios. Sobre os homicídios no campo, Santos (2000), nos diz que nas regiões Norte e Centro-Oeste, há forte concentração dos conflitos por terra no Brasil, o que ocasiona casos de homicídios pela posse da mesma.




2. CONCLUSÕES

Os dados do Mapa da Violência que ressaltam as mortes por arma de fogo no Pará mostram a gravidade da violência no Estado, colocando-o entre as unidades da federação mais violentas do Brasil. O olhar geográfico sobre a distribuição espacial dos municípios mais violentos do Estado revela à alta taxa de homicídios, principalmente onde os conflitos agrários e o tráfico de drogas fazem parte do cotidiano das cidades. O mapeamento da violência por meio de softwares, associado a mão-de-obra especializada, uso do GPS e outras tecnologias, pode trazer benefícios para administração pública e consequentemente para a sociedade, pois haverá maior monitoramento por parte das autoridades e melhor tomada de decisão pelos agentes envolvidos. Em suma, é necessário estimular e aplicar novas políticas públicas no combate a violência, principalmente para que não haja redutos do crime e consequentemente casos de homicídio.


3. REFERÊNCIAS


FERREIRA, I; PENNA, N. Território da violência: um olhar geográfico sobre a violência urbana. GEOUSP: Espaço e tempo, São Paulo, n°18, pp. 155-168, 2005. Disponível em http://www.geografia.fflch.usp.br/publicacoes/Geousp/Geousp18/Artigo11_Ignez%20e%20Elba.pdf

SANTOS, J. Conflitos agrários e violência no Brasil: agentes sociais, lutas pela terra e reforma agrária. Pontificia Universidad Javeriana. Seminário Internacional , Bogotá, Colômbia, agosto de 2010. Disponível em http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/rjave/paneles/tavares.pdf

MAPA DA VIOLÊNCIA 2016, Homicídios por arma de fogo no Brasil. Disponível em http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2016/Mapa2016_armas_web.pdf


TRINDADE et. al. Mapa dos Homicídios por arma de fogo : perfil das vítimas e das agressões. Revista da Escola de Enfermagem. USP. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v49n5/pt_0080-6234-reeusp-49-05-0748.pdf